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Início envolve-te 27 JUN. | CASINO DO ESTORIL

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Cole Porter and Friends

Coro Gulbenkian


 Salão Preto e Prata, Casino Estoril | 27 de junho 2021, 18h

 

 

No âmbito do programa Gulbenkian Itinerante, numa parceria entre a Fundação D. Luís I e o Casino Estoril, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, o Coro Gulbenkian volta ao Salão Preto e Prata do Casino Estoril, após dois anos, com um concerto dedicado a Cole Porter e outros compositores que foram seus contemporâneos, como George Gershwin, Marvin Hamlish ou Richard Rodgers.

 

Um concerto que nos remete para musicais apresentados na Broadway, ou produzidos em Hollywood, entre os anos 20 e os anos 70 do século XX, num percurso de cerca de cinco décadas de canções, como Someone to watch over me, Night and Day, Summertime, ou Ev'ry time we say goodbye, entre outras. Cole Porter é considerado como um dos mais conceituados compositores norte-americanos do género e a sua obra tem sido interpretada, continuadamente, por sucessivas gerações de intérpretes, permanecendo intemporal.

 

Bilhetes à venda em Ticketline.pt e locais habituais (Worten, FNAC, El Corte Inglés, entre outros)

e  bilheteira do Casino Estoril (todos os dias das 11h às 23h).

 

 

 

 

 

 

PROGRAMA 

 

George Gershwin | Someone to watch over me, 1926 (arr. Teena Chinn)

"Há alguém que anseio ver, alguém que venha cuidar de mim.
Do meu coração tens a chave, apressa-te, por favor, que eu preciso de ti..."

 

George Gershwin | S' Wonderfull, 1927 (arr. Russ Robinson)

"Encontrei-te, não podes imaginar todo o a amor que sinto! Não me culpes por me apaixonar, cuida de mim!"

 

Jerome Kern, Musical "Showboat", 1927 | Ol'man river (arr. Nicholas Hare)

"O velho Mississipi corre, corre sempre, nada lhe importa, a guerra, a liberdade ou a colheita de algodão. Assim gostava eu de ser..."

 

George Gershwin | Embraceable you, 1928 (arr. Jay Althouse)

"Abraça-me, meu insubstituível doce! Só por te ver o meu coração embriagou-se dos teus encantos. Vem, abraça-me..."

 

Cole Porter, Musical "Paris", 1928 | Let's do it (arr. David Blackwell)

"Se os pássaros o fazem, as abelhas, as pulgas, os peixes, se todos os povos do mundo o fazem... ,
então vamos apaixonar-nos, vamos fazê-lo também..."

 

Cole Porter | Night and Day, 1932 (arr. Jay Althouse)

"Sob a lua ou sob o sol, não importa onde estiveres, perto ou longe, apenas penso em ti, noite e dia..."

 

George Gershwin, Ópera "Porgy and Bess", 1935 | Summertime

"É verão, os peixes saltam, o algodão está alto. Seu pai é rico, a sua mãe é bonita, calma bebé, não chore..."

 

Richard Rodgers | Blue Moon, 1934 (arr. David Blackwell)

"Lua azul, viste-me só, sem um sonho no coração, sem um amor só meu.
De súbito apareceu aquela que eu queria abraçar, e disse-me: "adora-me!". E a lua tornou-se cor de ouro..."

 

Cole Porter | Begin the Beguine, 1935 (arr. Andrew Carter)

Beguine é uma dança de origem índia. "Dançar a beguine lembra-me com ternura uma esplendorosa noite tropical.
Estou contigo de novo sob as estrelas..."

 

Cole Porter | In the still of the night, 1937 (arr. William Stickles)

"No silêncio da noite, enquanto o mundo dorme e a lua voa, os meus pensamentos são para ti.
Será que esse sonho vai desaparecer quando a lua se esconder para lá dos montes?"

 

George Gershwin | They can't take that away from me, 1937 (arr. Carl Strommen)

"O modo como usas o chapéu, como saboreias o há, como cantas desafinado, como preenches os meus sonhos...
Não, eles não podem tirar-me essas recordações."

 

George Gershwin | Love is here to stay, 1938 (arr. Chuck Cassey)

"É muito claro, o nosso amor vai durar, não por um ano, mas para sempre e mais um dia..."

 

Cole Porter, Musical "Seven Lively Arts", 1944 | Ev'ry time we say goodbye (arr. Chuck Cassey)

"De cada vez que dizemos adeus morro um pouco. Quando estás ao pé de mim há sempre um ar de primavera,
e uma cotovia que canta..."

 

Richard Rodgers, Musical "Oklaoma", 1955 | Oklaoma (arr. William Stickles)

"Brindemos ao nosso casamento! Aqui em Oklahoma dar-te-ei tudo: ar, espaço, coração e esperança..."

 

Richard e Robert Sherman, "Mary Poppins", 1964 | Supercalifragilisticexpialidocius (arr. Mac Huff)

"Tinha medo de falar, mas um dia aprendi uma palavra que me salvou: su-per-ca-li-fra-gi-lis-tic-ex-pi-a-li-do-cious..."

 

Marvin Hamlish, Musical "Chorus Line", 1975 | One (arr. Anita Kerr)

A anterior relação amorosa do encendor Zack e da candidata Cassie interfere com a audição para o musical.
Ele admira-a mas acusa-a de falta de convicção como bailarina.

 

What I did for love (arr. Anita Kerr)

Zack e Cassie relembram a sua antiga relação amorosa, e a sua mútua paixão pela dança.

 

 

 

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COLE PORTER AND FRIENDS 

Cole Porter (1891-1964) compôs centenas de excelentes canções, para musicais, comédias e filmes, que nunca mais deixaram de ser cantadas e tocadas pelos mais notáveis intérpretes, sejam eles cantores, orquestras ou outros agrupamentos. O sucesso destas canções deve-se à qualidade dos textos, muitas vezes escritas por ele próprio, à fluência e naturalidade das melodias, que tão facilmente ficam no ouvido, e ao requintado colorido das harmonizações. Mas no fecundo século XX Cole Porter teve a companhia de outros geniais criadores, como Irving Berlin (1888-1989), Jerome Kern (1885-1945), George Gershwin (1898-1937), Richard Rodgers (1902-1979), os irmãos Richard (1928) e Robert (1925-2012) Sherman, e Marvin Hamlish (1944-2012).

 

755 Coro Gulbenkian

 

CORO GULBENKIAN

O Coro Gulbenkian foi fundado em 1964 e conta atualmente com cerca de 100 cantores. Atua a cappella, em grupos reduzidos, ou em colaboração com a Orquestra Gulbenkian ou outros agrupamentos. Para além das apresentações regulares na Fundação Gulbenkian e das digressões em Portugal, atuou em numerosos países em todo o mundo, tendo participando também em festivais internacionais. Interpretou, em estreia absoluta, inúmeras obras contemporâneas de compositores portugueses e estrangeiros e tem sido convidado para colaborar com prestigiadas orquestras mundiais. Gravou um repertório diversificado para várias editoras discográficas, com particular incidência na música portuguesa dos séculos XVI a XXI. Algumas destas gravações receberam prémios internacionais, tais como o Prémio Berlioz da Academia Nacional Francesa do Disco Lírico, o Grand Prix International du Disque da Academia Charles Cros e o Orphée d'Or. Desde 1969, Michel Corboz é o Maestro Titular do Coro Gulbenkian. A função de Maestro Adjunto é desempenhada por Jorge Matta.

 

 

Jorge Matta


 Maestro

 

É doutorado em Musicologia Histórica pela Universidade Nova de Lisboa, instituição onde ensinou no Departamento de Ciências Musicais. Investigador, editor e intérprete, tem-se destacado pela recuperação e divulgação do património musical português. Concretizou a primeira audição moderna de mais de 300 obras vocais e instrumentais de compositores portugueses e dirigiu, em estreia absoluta, obras de Constança Capdeville, Jorge Peixinho, Fernando Lopes-Graça, Filipe Pires, Miguel Azguime e Eurico Carrapatoso. A sua já longa discografia, a maior parte com o Coro Gulbenkian, é dedicada também à música portuguesa, desde a polifonia seiscentista até aos compositores dos nossos dias. O CD "Música Portuguesa do Séc. XVIII" foi distinguido com o prémio Discobole da Academia Francesa do Disco.

Como autor e intérprete, Jorge Matta gravou para a televisão as séries de programas Música de Corte no Palácio da Ajuda (1986), Tempos da Música (1988) e Percursos da Música Portuguesa (2008). Participou em importantes festivais de música em Portugal e no estrangeiro (Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Israel, China e Estados Unidos da América) e dirigiu as mais importantes orquestras em Portugal, para além de outros agrupamentos na Bélgica, na Alemanha e nos Estados Unidos da América.

Foi Diretor do Teatro Nacional de São Carlos e Presidente da Comissão de Acompanhamento das Orquestras Regionais.

 

 

João Barradas


 Acordeão

 

João Barradas é um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas portugueses e europeus, movendo-se, simultaneamente, entre a música Clássica, o Jazz e a música improvisada. Venceu alguns dos mais prestigiados concursos internacionais para o seu instrumento na área da música erudita, dos quais se destacam, entre outros, o Troféu Mundial de Acordeão (CMA), que venceu por duas vezes, a Coupe Mondiale (CIA), o Concurso Internacional de Castelfidardo e a Okud Istra International Accordion Competition.

Enquanto solista, João Barradas apresentou-se nas seguintes salas: Het Concertgebouw Amsterdam, Wiener Konzerthaus, Elbphilharmonie Hamburg, Kolner Philharmonie, Philharmonie Luxembourg, Fundação Calouste Gulbenkian, Casa da Música, Philharmonie de Paris, Konzerthaus Dortmund, L'Auditori Barcelona, Mupa Budapest, La Moanaie/De Munt, Sage Gasteshead, Staatsoper Stuttgart, Bozar Brussels, Sadlers's Wells Theatre London, Onassis Cultural Center Athens, L'Arsenal Metz, Sava Center Belgrade, Centro Cultural de Belém, Tribeca Performing Arts Center New York.

João Barradas estreou dezenas de obras para acordeão solo, escritas para ele por alguns dos mais destacados compositores europeus. Em 2016 gravou o álbum Directions com a editora nova iorquina Inner Circle Music, o seu primeiro álbum enquanto líder, contando com a produção de Greg Osby. Foi considerado um dos melhores álbuns do ano pela revista Downbeat, aparecendo na sua prestigiada lista "Best Albums of The Year". Em simultâneo, começou a ser mencionado por alguns dos maiores nomes do jazz americano, como Joe Lovano, Nicholas Payton, Randy Brecker, Lenny White ou Walter Smith III.

João Barradas tem colaborado com diversos músicos de renome, nomeadamente com Greg Osby, Mark Turner, Peter Evans, Aka Moon, Mike Stern, Rufus Reid, Gil Goldstein, Jonathan Kreisberg, Fabrizio Cassol, Jacob Sacks, Miles Okasaki, Jerome Jennings, Ben Van Gelder, Francesco Cafiso, Federico Malaman, Stephanne Galland, Fabian Fiorini ou Michel Hatzigeorgiou, entre muitos outros. Foi nomeado ECHO Rising Star pela European Concert Hall Organization para a temporada 2019/2020. Nessa mesma temporada, a prestigiada BBC Music Magazine nomeou João Barradas como um dos seus Rising Stars.

 

 

Óscar Graça


 Piano

 

Óscar Marcelino da Graça,  nascido  em  Aveiro  em 1980,  começou  a  estudar música  aos  seis  anos  por  influência  do  seu  avô materno.  É licenciado  em Composição  pela  Escola Superior de Música de  Lisboa (2002), tem o estatuto de especialista em piano jazz (2018) e concluiu  o curso complementar  de  piano no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian (1998). Frequentou aulas de jazz na Escola de Jazz do Porto, Hot Clube de Portugal e Berklee College of Music (onde foi bolseiro). Foi aluno de, entre muitos outros, Paulo Gomes, Bernardo Moreira, Rodrigo Gonçalves, António Pinho Vargas, Luís Tinoco, Frank Carlberg, Tony Germain, Neil Olmstead, JoAnne Brackeen, Bruno Raberg, Dave Samuels, Ken Pullig e Ed Tomassi.

Está ligado à atividade pedagógica desde 2000, tendo já lecionado em diversas instituições, quer aulas regulares quer masterclasses. É presentemente professor na Escola Superior de Música de Lisboa, na Universidade de Évora, na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal Luiz Villas-Boas (Lisboa) e na Escola de Música da Fábrica do Braço de Prata.

Faz  parte  de  várias formações  como  Nuno  Costa  Quinteto,  Jeffery Davis Quinteto, Saga Cega, NoA, Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, ThE SPiLL, Quinteto Ricardo Pinto, César Cardoso Ensemble, Mad Nomad, The Last Minute Experience e Joana Machado, e é mentor de projetos como o seu próprio trio, liftoff, erro de sintaxe e um projecto de filmes-concerto.

Como sideman, toca e/ou já tocou com André Fernandes, Nelson Cascais, João Firmino, Afonso Pais, Paula Oliveira, Marta Hugon, Mariana Norton, Sara Serpa, Sofia Ribeiro, David Binney, José Pedro Coelho, João Guimarães, Ohad Talmor, Gonçalo Prazeres, Paulo Gaspar, Bernardo Moreira, Miguel Amado, Dan Weiss, João Lencastre, Lithium, Reunion Big Band, Coro Gulbenkian e QuadQuartet, entre muitos outros.

Com todos estes projectos contabiliza uma discografia de mais de trinta álbuns.

 

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