Frontpage Slideshow (version 2.0.0) - Copyright © 2006-2008 by JoomlaWorks
Início Outros Percursos EU LEMBRO-ME

755 EU LEMBRO-ME

 

 

 

 

 

EU LEMBRO-ME  I REMEMBER

Inês Fialho Brandão conversa com

 

"Eu Lembro-me" é uma série de entrevistas coordenada pelo Espaço Memória dos Exílios (Câmara Municipal de Cascais/Fundação D. Luis I). Resultando da investigação e contactos realizados ao longo de dois anos, esta série tem o objetivo de reunir as memórias pessoais ou familiares de refugiados que se alojaram em Cascais durante a década de 1930 e 1940. Na altura crianças, e hoje com mais de 80 anos, os entrevistados revivem os anos em que, com as suas famílias, fugiram da perseguição étnica, religiosa, social e política de que eram alvo. Estas entrevistas, realizadas na língua materna do entrevistado, foram realizadas em encontros online ao vivo, e gravadas e disponibilizadas com a autorização dos participantes.

Para mais informações sobre esta série, ou para participar num destes encontros, contacte Inês Fialho Brandão em Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

"I Remember" is an interview series coordinated by the Exiles Memorial Centre (Cascais City Council/D. Luis Foundation). The result of a process of two years of research and contacts, it aims to gather the personal and family memories of refugees who came through Cascais during the 1930s and 1940s. The interviewees, who, for the most part, are in their 80s, were children at the time. With their families, they fled ethnic, religious, social and political persecution. These interviews, in the preferred language of the interviewee, were held as live online events. Their recordings are available with the permission of the participants.
For more information on this series, or to participate in in these events, contact Inês Fialho Brandão at Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

 

 

PRÓXIMOS NEXT

 

João Schwarz da Silva

 

Robert Sternberg 

 

 

 

 

 


 

REMEMBER5

 Sonia Huli

 

EU LEMBRO-ME   I REMEMBER

22.06.2021 Espaço Memória dos Exílios | Exiles Memorial Centre

 

Inês Fialho Brandão conversa com Sonia Huli
Cascais é a minha casa.

No dia 22 de junho, conversámos, em português, com a Sonia Huli sobre a história da sua família desde Salónica a Bergen-Belsen, e daí para Barcelona, Casablanca, Haifa, Tel Aviv, Brasil e, finalmente, Cascais.
Em Abril de 1941, a ocupação de Salónica, na Grécia, pelo exército Nazi significa o princípio do fim da comunidade judaica da cidade. Entre os 45,000 judeus sefarditas da cidade, José Hassid y Gattegno, a sua mulher Estherina e as suas filhas Daisy, Lilly e Buena têm uma pequena proteção graças à sua nacionalidade espanhola. No entanto, em 1943, a família é deportada para Bergen-Belsen. Nesta conversa, Sonia Huli, filha de Buena e neta de José e Estherina, partilha as suas memórias familiares e descobre documentação com informação adicional sobre a fuga dos Hassid.

 

 

Inês Fialho Brandão talks with Sonia Huli
Cascais is my home.

On 22 June, we talked, in Portuguese, with Sonia Huli about the history of her family, from Salonica to Bergen-Belsen, and from there to Barcelona, Casablanca, Haifa, Tel Aviv, Brazil and finally Cascais.
In April 1941, the occupation of Thessaloniki in Greece by the Nazi forces marks the beginning of the end of the city's Jewish community. Among the 45,000 Sephardim Jews living in the city, José Hassid y Gattegno, his wife Estherina, and daughters Daily, Lilly and Buena are initially protected thanks to their Spanish nationality. However, in 1943, the family is deported to Bergen-Belsen.
In our conversation, Sonia Huli, Buena's daughter, and José and Estherina's granddaughter, shares her family recollections and discovers new documents with additional information regarding the Hassid's escape.

 

 

 

 


 

4REMEMBER4

 

 

Mary Seeman

 

EU LEMBRO-ME   I REMEMBER

22.05.2021 Espaço Memória dos Exílios | Exiles Memorial Centre

 

Inês Fialho Brandão em conversa com Mary Seeman

'Obrigada por me ter encontrado!'

Foi com estas palavras que Mary V. Seeman, de 86 anos, professora universitária no Canadá, concluiu a conversa mantida a 20 de maio de 2021.

No inverno de 1939, Mary chamava-se Maria Violetta Szwarc, e vivia em Lodz, na Polónia. O pai, prisioneiro de guerra dos soviéticos, evadira-se e refugiara-se em Paris, para onde tentava trazer a família. Na casa onde vivia com a mãe e o irmão, foram obrigados a acolher um oficial alemão. Como podiam fugir para um ambiente seguro? Quem os podia ajudar?

Neste encontro em Inglês, Mary partilha connosco as suas memórias da fuga da sua família pela Europa, e da sua chegada a Portugal e ao Estoril.

 

 

Inês Fialho Brandão talks to Mary Seeman

'Thank you for finding me.'

With this sentence, Mary V. Seeman, an 86 year-old Canadian professor, concluded our conversation, held on 20 May 2021.

In winter 1939, Mary went by the name of Maria VIoletta Szwarc and lived in Lodz, Poland. Her father, a Soviet prisoner of war, had managed to escape and flee to Paris, to where he tried to bring his family. A Nazi official had been billeted to her home, where she lived with her brother and mother. How could they escape to safety? Who could help them?

 

In this conversation in English, Mary shares with us her recollections of her family's exodus throughout Europe and their passage through Portugal and Estoril.

 

 

 

 


REMEMBER3

Joan Arnay Halperin 

 

EU LEMBRO-ME  I REMEMBE 

18.03.2021   Espaço Memória dos Exílios | Exiles Memorial Centre

 

Inês Fialho Brandão em conversa com Joan Arnay Halperin 

Em junho de 1940, a família de Joan Arnay Halperin recebeu, em Bordéus, vistos de trânsito para Portugal assinados por Aristides de Sousa  Mendes. A sua fuga da guerra e da perseguição começara na Bélgica e passaria ainda por Espanha, Portugal e Jamaica antes de terminar nos Estados Unidos.

Na quinta-feira, 18 de março, Joan guiou-nos,  à distância e em inglês, por este longo êxodo de mais de dois anos, e apresentou-os àqueles que os ajudaram ao longo do caminho, marcado por momentos de alegria e de enorme perda.

 

Inês Fialho Brandão talks to Joan Arnay Halperin

In June 1940, the family of Joan Arnay Halperin received transit visas to Portugal from Aristides de Sousa Mendes, the Portuguese consul in Bordeaux. Their flight from Nazi persecution, which had carried them from Poland, Belgium and France, would take them through Spain, Portugal, and Jamaica before reaching the United States.

On Thursday, 18 March, in a long-distance conversation, Joan guided us through the journey undertaken by her parents, grandmother and sister, and introduced us to those who supported them along the way, through moments of joy and unbearable loss.

 

 

 

 


 

 

REMEMBER2

Jean-Claude Van Itallie

 

EU LEMBRO-ME  I REMEMBER  

28.01.2021   Espaço Memória dos Exílios | Exiles Memorial Centre

 

Inês Fialho Brandão em conversa com Jean-Claude Van Itallie

'Lembro-me que, para onde quer que olhasse, via o mar. Acha que era possível?'

Foi esta a pergunta que Jean-Claude Van Itallie nos fez ao telefone quando nos conhecemos, no Verão de 2019. Quando falámos pela primeira vez da sua fuga da Bélgica, em 1940, aos 3 anos, dos vistos concedidos à sua família por Aristides de Sousa Mendes. Da estadia na Pensão Royal, no Monte Estoril, de onde, sim, todas as janelas davam para o mar. Dos reencontros emocionantes e das perdas trágicas. E da sua vida nos Estados Unidos, da sua obra artística e da Shantigar, a fundação que criou. Na quinta-feira, 28 de janeiro 2021 conversámos mais um pouco, em inglês.

 

Inês Fialho Brandão talks to Jean-Claude Van Itallie

'I remember that, wherever I looked, there was the sea. Does this make sense?'

In the Summer 2019, Jean-Claude Van Itallie asked us this question when we met over the phone. It was then that we first spoke of his escape as a 3 year old from Belgium, in 1940; of the visas given to his family by Aristides de Sousa Mendes; of their stay at Pensão Royal, in Monte Estoril, from where the sea could be viewed from every window; of reunions and tragic losses. And of his life in the United States, his artistic work, and Shantigar, the foundation he created. On Thursday, 28 January 2021, we talked some more, in English.

 

 

 

 


REMEMBER1 

John Tetzeli

 

EU LEMBRO-ME  I REMEMBER  

29.10.2020   Espaço Memória dos Exílios | Exiles Memorial Centre

 

Inês Fialho Brandão em conversa com John Tetzeli

Em maio de 1940, Jan Tetzeli, um rapaz checo de 7 anos residente em Antuérpia, fugiu da invasão Nazi com a sua família. Graças aos vistos concedidos pelo cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, a família refugiou-se em Cascais. Hoje, Jan chama-se John, tem 87 anos, e vive em Miami.

Na Quinta-feira, 29 de outubro de 2020, revisitámos com John Tetzeli, em inglês, as memórias da sua vida antes da fuga, da sua estadia em Cascais e da reconstrução da vida da família em Cuba e nos Estados Unidos.

 

Inês Fialho Brandão talks to John Tetzeli

In May 1940, Jan Tetzeli, a 7 year-old Czech boy living in Antwerp, fled the Nazi invasion with his family. Thanks to the visas given to the family by Aristides de Sousa Mendes, the Portuguese consul in Bordeaux, the family found refuge in Cascais. Today, Jan goes by John, and he lives in Miami.

On Thursday, 29 October 2020, we revisited John's childhood memories before his exodus, his stay in Cascais, and his family's life after fleeing Europe, in Cuba and in the United States.

 

 

 

 


 

 

Agenda

<<  Julho 2021  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sá  Do 
     1  2  3  4
  5  6  7  8  91011
12131415161718
19202122232425
262728293031