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casa DUARTE PINTO COELHO (2)

Exposição Vidros Pintados do Salão Vermelho

Até 26 de Abril de 2015

 VIDROS PINTADOS 750x250

 VIDROS PINTADOS

"A produção de vidro e espelho pintado terá sido introduzida na China pelo missionário jesuíta G. Castiglioni (1688-1766) que, em 1715, chega a Pequim e se torna pintor da corte imperial, nomeadamente do imperador Qianlong (1736-1795), um grande promotor das artes.
As lâminas de vidro e espelho eram produzidas na Europa – nomeadamente em Inglaterra - sendo enviadas para os ateliers de Cantão na China onde eram pintadas, após o que regressavam ao mercado ocidental. A maior parte das pinturas era posteriormente emoldurada no destino, nomeadamente no estilo rococó em voga na época, se bem que também existem molduras de construção chinesa.
Esta técnica da pintura a óleo destaca-se pela dificuldade já que o vidro era pintado – a pincel - pelo avesso, implicando da parte do artista um exercício de grande perícia mental e técnica.

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JORGE FEIJÃO
Exposição Eco Vê Narciso | Juno
8 de novembro a 9 de março de 2015
 

xxl Jorge Feijão

 

"( ... ) o desenho de Jorge Feijão - não só os que completam estas séries ao redor de Eco e Narciso ou da deusa Juno, mas todo o seu desenho - reivindica mais do que espaços, que objectivamente, muitas vezes, como que em sofrimento, atingem o rasgão do papel numa multitude de tempos. Tempos que são registo de uma acumulação de tintas, de erro e dúvida, de opções aceites e logo rejeitadas pelo exercício de uma cor sobre outra cor, de um traço, sombra, mancha, figura que depressa se v.ai remeter a um remoto palimpsesto e a um severo rigor, que desce de um mundo isolado pronto a ferir. Silencioso tempo, tempo de muitos outros tempos que se transmite na matéria desenhada de um modo veloz e convulso. Tem esse modo de passagem do invisível para o visível que o desenho favorece e possibilita, como um veloz bater de pálpebras ou um rápido fluir da imagem do próprio rosto na água ou do eco de uma voz que se repete e repete na actuação do fazer. E quando o desenho rompe com a matéria das suas cores e das suas manchas e fere a imagem e o papel que é o seu suporte, então o que resta, o que é mostrado traz consigo a energia de um sonho introdutório a um sonho primordial, fonte que permanece e que espera continuadamente figuras capazes de o validarem. As séries aqui trabalhadas perseguem este rasto.( ... )"

João Miguel Fernandes Jorge
in catálogo da exposição Eco vê Narciso I JUNO, 2014

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PABLO SERRANO
Exposição «Escultura e obras em Papel»
31 de Janeiro a 29 de Março de 2015

 xxl PABLO

 De Pablo Serrano (1908-1985) será apresentada no Centro Cultural de Cascais uma série de desenhos através da qual poderá o visitante apreender o lado mais íntimo e sentimental de um grande artista espanhol que moldou a sua personalidade longe da pátria, dado que as três décadas que viveu fora do país (Argentina e Uruguai) correspondem ao período de maior produtividade na disciplina em que firmou, de forma pujante, o seu brilhante percurso: a escultura – "um meio de expressão que dá forma concreta ao pensamento." Regressado a Espanha em 1955, já consagrado na América do Sul é, desde logo, incorporado na vanguarda artística espanhola, sendo fundador do grupo El Paso, conquanto a sua obra não encaixe completamente em nenhum dos movimentos de vanguarda existentes no seu país. Recupera materiais e técnicas como a forja e o ferro e trabalha a figura humana tanto na sua forma expressiva como monumental.

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HENRIQUE REIS

Exposição «Connections»
24 de Janeiro a 22 de Março de 2015

 

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O discurso plástico é pautado por um universo onde se assiste à vivência do sublime, pretendendo estabelecer-se uma conexão entre os mundos interior/exterior de cada sujeito: é o lugar do espaço, do tempo, da imaginação, da busca do eu, numa sociedade que teima em mover-se em direção à desumanização.
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CHRISTOS TH. BOKOROS

Exposição No Caminho da Essência

8 de março a 25 de maio de 2014
 
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O percurso pictórico de Christos Bokoros - «exercício de autognose», nas suas próprias palavras – acompanha e equaciona questões que compõem a natureza da essência do Homem: memória individual e colectiva, realidade, verdade, eternidade. A sua obra apresenta a posição que adopta face a elas, na sua dedicação de reflexão sobre a função da pintura na configuração da relação que temos com o nosso mundo exterior e interior. No seu conjunto, é um percurso que aborda com dedicação o «universo difícil» do espiritual na Arte – uma arte que seja nossa, pois interroga quem somos.
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CARLOS MARQUES

Exposição Sete olhares e 21 relicários

4 de Outubro a 11 de Janeiro

 

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A atitude autossuficiente e a procura insistente e depurada de Brancusi, a expansão e a simulação do movimento em César, os cabos, as amarras e a atitude interventiva de Christo, a conquista linear do espaço em Giacometti, a eleição do percurso em Long, a ortogonalidade de Lewit, a obliquidade das superfícies, o equilíbrio e a escala em Serra, são elementos que reconheço como factores de referência importante para o trabalho que desenvolvo.
Para esta exposição trabalhei a memória como exorcismo pessoal e homenagem a estes artistas, tendo, pelo seu carácter simbólico mágico e até sagrado, utilizado o número sete como estrutura de montagem.

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CICLO - HOMENAGEM

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