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PEDRO PINTO COELHO
Exposição Timeline
18 de Abril a 14 de Junho de 2015
 
 

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Nasceu em Lisboa em 1965. Curso de artes gráficas e publicitárias no C. E. N. P. (Madrid, 1983-1987). Primeiros trabalhos a óleo no estúdio de Luís Pinto Coelho (1985). Curso de fotografia e vídeo no Centro de Estudos e Imagem METRÓPOLIS (Madrid) 1987/1992. A sua obra está representada em mais de 500 colecções públicas e privadas. Entre as exposições individuais e colectivas em que participou salienta-se Oníria, que teve lugar no Centro Cultural de Cascais, em 2008. 

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MARY ST. GEORGE
Exposição Música e Monumentos
28 de Março a 24 de Maio de 2015

 

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«Um novo tema para mim, no qual edifícios portugueses famosos e uma variedade de géneros musicais se reúnem digitalmente com o apoio de técnicas mistas mais convencionais, incluindo a gravura, a colagem e a tinta. A minha formação em arquitectura e o interesse que tenho pela música ajudaram-me a desenvolver essas imagens inesperadas e fantasiosas sobre tela. Usei as minhas próprias fotografias e misturei-as com imagens da internet, bem como alguns trabalhos meus como os lobos ibéricos pelos quais continuo a ter fascínio.»
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casa DUARTE PINTO COELHO (2)

Exposição Vidros Pintados do Salão Vermelho

Até 26 de Abril de 2015

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 VIDROS PINTADOS

"A produção de vidro e espelho pintado terá sido introduzida na China pelo missionário jesuíta G. Castiglioni (1688-1766) que, em 1715, chega a Pequim e se torna pintor da corte imperial, nomeadamente do imperador Qianlong (1736-1795), um grande promotor das artes.
As lâminas de vidro e espelho eram produzidas na Europa – nomeadamente em Inglaterra - sendo enviadas para os ateliers de Cantão na China onde eram pintadas, após o que regressavam ao mercado ocidental. A maior parte das pinturas era posteriormente emoldurada no destino, nomeadamente no estilo rococó em voga na época, se bem que também existem molduras de construção chinesa.
Esta técnica da pintura a óleo destaca-se pela dificuldade já que o vidro era pintado – a pincel - pelo avesso, implicando da parte do artista um exercício de grande perícia mental e técnica.

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JORGE FEIJÃO
Exposição Eco Vê Narciso | Juno
8 de novembro a 9 de março de 2015
 

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"( ... ) o desenho de Jorge Feijão - não só os que completam estas séries ao redor de Eco e Narciso ou da deusa Juno, mas todo o seu desenho - reivindica mais do que espaços, que objectivamente, muitas vezes, como que em sofrimento, atingem o rasgão do papel numa multitude de tempos. Tempos que são registo de uma acumulação de tintas, de erro e dúvida, de opções aceites e logo rejeitadas pelo exercício de uma cor sobre outra cor, de um traço, sombra, mancha, figura que depressa se v.ai remeter a um remoto palimpsesto e a um severo rigor, que desce de um mundo isolado pronto a ferir. Silencioso tempo, tempo de muitos outros tempos que se transmite na matéria desenhada de um modo veloz e convulso. Tem esse modo de passagem do invisível para o visível que o desenho favorece e possibilita, como um veloz bater de pálpebras ou um rápido fluir da imagem do próprio rosto na água ou do eco de uma voz que se repete e repete na actuação do fazer. E quando o desenho rompe com a matéria das suas cores e das suas manchas e fere a imagem e o papel que é o seu suporte, então o que resta, o que é mostrado traz consigo a energia de um sonho introdutório a um sonho primordial, fonte que permanece e que espera continuadamente figuras capazes de o validarem. As séries aqui trabalhadas perseguem este rasto.( ... )"

João Miguel Fernandes Jorge
in catálogo da exposição Eco vê Narciso I JUNO, 2014

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PABLO SERRANO
Exposição «Escultura e obras em Papel»
31 de Janeiro a 29 de Março de 2015

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 De Pablo Serrano (1908-1985) será apresentada no Centro Cultural de Cascais uma série de desenhos através da qual poderá o visitante apreender o lado mais íntimo e sentimental de um grande artista espanhol que moldou a sua personalidade longe da pátria, dado que as três décadas que viveu fora do país (Argentina e Uruguai) correspondem ao período de maior produtividade na disciplina em que firmou, de forma pujante, o seu brilhante percurso: a escultura – "um meio de expressão que dá forma concreta ao pensamento." Regressado a Espanha em 1955, já consagrado na América do Sul é, desde logo, incorporado na vanguarda artística espanhola, sendo fundador do grupo El Paso, conquanto a sua obra não encaixe completamente em nenhum dos movimentos de vanguarda existentes no seu país. Recupera materiais e técnicas como a forja e o ferro e trabalha a figura humana tanto na sua forma expressiva como monumental.

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HENRIQUE REIS

Exposição «Connections»
24 de Janeiro a 22 de Março de 2015

 

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O discurso plástico é pautado por um universo onde se assiste à vivência do sublime, pretendendo estabelecer-se uma conexão entre os mundos interior/exterior de cada sujeito: é o lugar do espaço, do tempo, da imaginação, da busca do eu, numa sociedade que teima em mover-se em direção à desumanização.
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