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                    Carlos Carreiras        
   Presidente        
Câmara Municipal de Cascais        
                     
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A Fundação D. Luís I é a partir de agora Fundação Pública mantendo-se embora uma "pessoa colectiva de direito privado". De acordo com as determinações da Lei-Quadro das Fundações 24/2012, de 9 de Julho, é inaugurado um novo ciclo da vida da Instituição. Subsistem as linhas conceptuais anteriormente definidas de «criar, desenvolver, acolher, divulgar e acessibilizar a cultura no concelho de Cascais», mas espera-se da aplicação de um novo organograma e do alargamento de competências inerente a uma maior dinâmica gestionária, um gratificante retorno através da multiplicação de iniciativas e de eventos que consolidem o prestígio que a Fundação a justo título detém no seu campo específico de intervenção.

 

Para chegar aqui, depois do Censo às Fundações (Lei 1/2012, de 3 de Janeiro), teve a Fundação D. Luís I de fazer demonstração dos múltiplos factores que correspondem à influência positiva do seu modelo de gestão e da criteriosa programação de artes plásticas para o Centro Cultural de Cascais, na execução do desígnio estatutário. Tendo conseguido ultrapassar com mérito todas as provas a que foi submetida, a escritura pública de alteração estatutária, celebrada em 11 de Julho corrente, suscita neste momento as operações de adaptação da nomenclatura e procedimentos às regras em vigor.

 

Enquanto presidente da Fundação D. Luís I congratulo-me com o brilhante percurso desta, de mais de dezassete anos de esforço em prol da qualidade da oferta cultural em Cascais. Numa visão mais imediatista e na presunção de que haverá condições políticas para que tal aconteça, espero poder acompanhar de perto os desenvolvimentos que o novo paradigma imporá à Fundação como desafios a vencer. Interessado em estar activamente presente no desenrolar desta fase do processo, será num horizonte de expectativa optimista que antevejo a concretização dos objectivos que nos propomos alcançar.

 

 


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