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CENTRO CULTURAL DE CASCAIS

 

 

 

 

500 BTF-52

Passing through the Moment nº XV, 2013
Técnica mista / mixed media, 167x97 cm

 

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 ANDREW HART ADLER - Memories of Futures Past

25 de janeiro a 24 de março

 

Andrew Hart Adler viaja. Ele é um viajante.
Nascido nos anos 50 em Nova Iorque, Andrew brincou nos corredores da Broadway nos bastidores dos ensaios de teatro, dança e música. O seu pai era um compositor e letrista famoso, Richard Adler e a sua mãe, Marion Hart para além de compositora e letrista, era também pintora.

Aos 4 anos, Andrew foi viver para Londres com a mãe. Desde muito pequeno Andrew começou a dar as suas primeiras pinceladas a óleo, e por volta dos 7 anos, a mãe inscreveu-o numa Academia de Arte, onde recebeu a sua aprendizagem académica.

Andrew Hart Adler sempre viajou e pintou. Viveu em várias cidades da Europa, em Nova Iorque e na Cidade do Cabo, onde estabeleceu o seu estudio enquanto observava, absorvia e se misturava com a cultura, forma de estar e costumes locais.
Andrew foi assistente do Willem the Kooning que se tornou o seu mentor e a sua maior influência. "Para criar Arte, mais do que técnica, é preciso experiência de vida." dizia De Kooning .

Viajar para Andrew, é mais do que experiência de vida, é uma forma de se conhecer melhor. Fascina-lhe a cumplicidade entre o Homem e o Universo, e nessa procura de equilíbrio e sentido da vida, Andrew pinta.

 

 

"I lay myself bare as I paint"

A pintura de Andrew é como a explosão de um pulsar, que se expande numa energia libertadora, como a que podemos sentir na dança, no teatro e na música, e essa corrente que se gera, liberta-lhe o espírito e apazigua-lhe a alma.

Sentir-se nu em frente a uma tela, é estar completamente aberto a absorver e a receber o máximo.

As suas pinturas trazem-nos até um momento específico, e instintivamente compreendemos que fazem parte de uma história maior e levam-nos a um lugar antes do tempo e do entendimento; são passagens, encruzilhadas, flash de memórias alucinadas, momentos fugidios, provocantes, mas sempre intensos e marcantes.

As imagens distorcidas e desfiguradas, moldadas por Andrew, forçam a uma paragem súbita, guardando nelas uma complexa densidade de emoções. Nalgumas, somos arrastados num êxtase sensual de formas e sensações, em breves espreitadelas de intimidade. Noutras, conseguimos sentir a dor, o desgosto e a solidão que de alguma forma, é-nos familiar, conscientemente ou não.

Uma coisa é certa, as pinturas de Andrew tocam as nossas emoções. Elas trazem-nos àquele momento específico, e a pulsão passa através de nós numa energia libertadora, com a consciência de que todos nós, observadores, artistas e Arte, fazemos parte desse mesmo Todo.

 

Sofia Muller e Sousa
Curadora

 

 

 

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RUI MATOS - A través da Superfície

8 de fevereiro a 7 de abril

 

Pela superfície de um corpo sentimos toda a sua tensão interior. Pela linha projectamos e definimos o espaço que habitamos.
Cada escultura é a construção de um novo ser que me foi devolvido pela transformação que a memória em mim sofreu.
Depois cabe ao espectador o desejo de tornar seu este novo ser e dar acabamento à forma que lhe é própria.

 

Rui Matos, nasce em Lisboa em 1959. Vive e trabalha próximo de Sintra. Nos anos 80 frequentou o Curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 1993. Em 1987 realiza a primeira exposição individual "Órgãos e Artefactos" em Lisboa com esculturas em ardósia. Segue-se "Primeira Ilha" e "Mediterrâneo" no Porto com esculturas em gesso-bronze. A primeira exposição em pedra é de 1991 "Enormidade Sequência e Naufrágio" a que se segue "Transformações-Relatos Incertos", "Objectos de Memória" e "Histórias Incompletas". Em 2008 começa a trabalhar em ferro com as exposições "A Pele das Coisas" em Lisboa no Teatro Camões, "Transformo-me naquilo que toco " na Giefarte , "Por Dentro" na Fundação das Comunicações, " O tempo, os lugares, a memória, a fortuna dos dias" no MU.SA em Sintra, "Transmutações" na Sá da Costa em Lisboa, "Histórias de outras Idades" no Convento do Espirito Santo em Loulé, "Perdido na viagem de regresso" Paços Galeria Municipal de Torres Vedras. Realizou esculturas públicas em Chaves, Durbac (Alemanha), Aveiro, Lisboa, Cascais, Oeiras, Caldas da Rainha, Vila Franca de Xira, Alfândega da Fé, São Pedro do Sul, Belver, Portalegre, Almada, Seixal e Vila nova de Gaia. Coleções: Caixa Geral de Depósitos, Museu Dr. Santos Rocha, Fundação PLMJ.

 

  

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RUI HORTA PEREIRA - Mapa Luga, uma lacuna

22 de fevereiro a 20 de abril

 

No breviário gráfico de Anildo Plício não existem locais identificados ou localizáveis. Nunca é possível rastrear ou reconhecer um espaço concreto um lugar inconfundível um sítio específico. Poderá julgar-se que se trata de uma opção consciente ou que, aludem eventualmente, pelas situações dubiamente registadas, a não lugares. A certeza não se pode obter das propostas que nos apresenta, resta para já e no imediato perceber que Luga, pode bem ser a confluência das imaginações das conjunturas espaciais dos números ou dos cálculos ou, entender que existem lacunas que é preciso revelar, trazer à evidência, usando múltiplos e diversos artifícios.

 

 

 

 

 

 

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TAMIA - pintura
7 de março a 12 de maio

 

 

 

 

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SANDRA SEQUEIRA
29 de março a 16 de junho

 

 

 

 

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MIGUEL ÂNGELO - fotografia
13 de abril a 30 de junho

 

 

 

755 HENRI CARTIER-BRESSON-5

Henri Cartier - Bresson -5

 

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COLEÇÃO HIMALAYA
9 de maio a 14 de julho

 

 

 

 

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TIAGO CASANOVA
16 de maio a 28 de julho

 

 

 

 

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YAMAMOTO SOHEI
28 de junho a 31 de agosto

 

 

 

 

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ANTÓNIO LOPEZ - fotografia
5 de julho a 12 de outubro

 

 

 

 

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CRISTINA TROUFA - pintura
19 de Julho a 15 de setembro